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Sporting 2020/21: Humildade, muita formação (quase metade do plantel) e polivalência

Dá para o…?

O objectivo para o Sporting nesta época é claro: terminar o campeonato num lugar de acesso à Champions, de preferência no Top 2, já que o playoff, como se tem visto, não garante nada. Os leões não têm o orçamento de Benfica (só Darwin pagava os reforços todos) ou FC Porto, e mais uma vez tiveram de abdicar dos salários mais altos e de peças importantes, como Wendel e Acuña, mas até fica a ideia que isso agrada a Amorim, que prefere um grupo mais humilde e sem egos. A maneira como colocou de parte vários elementos, que não se aplicaram como queria, demonstra isso mesmo. E o elenco parece ter pelo menos capacidade para o 3.º lugar. Há muito potencial (Nuno Mendes à cabeça), um jogador referência como João Mário, os reforços vieram acrescentar qualidade, sendo que Adán e Porro até melhoraram as duas maiores lacunas, e a polivalência de vários jogadores, como JM, Pote, Jovane, Nuno Santos ou Vietto, permite ter muitas soluções. Mas nem tudo são rosas, ter muita juventude (quase metade do plantel é da formação) faz com que a equipa em muitos momentos denote alguma imaturidade, por outro lado parece ter faltado a contratação de mais um central e um avançado, e para complicar nem todos no clube rumam para o mesmo lado, com muitos adeptos a criarem um clima irrespirável que depois acaba por se refletir dentro de campo.

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