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Portugal volta à ‘alegre casinha’

A seleção portuguesa de futebol regressa no domingo, mais de quatro anos depois, ao Stade de France, nos arredores de Paris, local onde alcançou o maior feito de toda a sua história, a conquista do Campeonato da Europa.

Portugal defronta a França na terceira jornada do Grupo 3 da Liga das Nações, num encontro em que, pela primeira vez, a equipa de Fernando Santos vai voltar a pisar o relvado em que alcançou o título mais importante do futebol luso, o Euro2016, numa final que começou em ‘tragédia’, mas que terminou em grande festa.

Titulares nesse encontro, Rui Patrício, Pepe, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Renato Sanches e Cristiano Ronaldo são os ‘sobreviventes’ da final, assim como João Moutinho, que foi suplente utilizado, e Anthony Lopes, Danilo e Rafa, que não saíram do banco de suplentes.

José Fonte, que fez dupla com Pepe no centro da defesa, também estaria neste lote, mas o jogador do Lille foi afastado dos trabalhos da seleção nacional devido a ter testado positivo à covid-19.

Em 10 de julho de 2016, o quarto golo de Éderzito António Macedo Lopes, mais conhecido como Éder, com a camisola da seleção nacional deu a Portugal o primeiro título europeu e o avançado passou a ser eterno na história no futebol luso, quando aos 109 minutos, com um remate de fora da área, depois de ter fugido aos centrais gauleses, fez o único golo da final.

O ‘patinho feio’ dessa seleção, já que viu muitas vezes posta em causa o seu lugar no lote de 23 de Fernando Santos na competição, foi o herói improvável de Portugal no Stade de France, mas não foi o único.

Durante o tempo regulamentar, fase em que a França foi claramente superior a Portugal, Rui Patrício foi um gigante entre postes, efetuando uma mão cheia de excelentes defesas, mantendo a seleção lusa na luta pelo troféu, e Pepe foi imperial no centro da defesa, exibição que lhe valeu o prémio de melhor jogador da final.

Após o empate com a Islândia (1-1) na estreia da competição, Fernando Santos disse que iria para casa só no dia 11 e em festa, e assim foi.

A formação das ‘quinas’ sagrou-se campeã europeia num jogo em que desde muito cedo perdeu Cristiano Ronaldo, que ficou lesionado depois de uma entrada duríssima de Payet, que o árbitro nem falta assinalou. O ‘capitão’ da seleção portuguesa ainda tentou manter-se em campo, mas acabou por sair em lágrimas, aos 25 minutos, dando lugar a Ricardo Quaresma.

O ‘nulo’ durou e, quando já cheirava a prolongamento, Gignac, depois de ‘deitar’ Pepe, fez a bola acertar no poste e, depois, afastar-se, ‘milagrosamente’, da baliza.

Aos 109 minutos, o momento da final. Éder contra o mundo. Sozinho, o avançado recebeu a bola entre Koscielny e Umtiti, fugiu, foi agarrado e de repente disparou rasteiro do ‘meio da rua’, batendo Lloris e ‘gelando’ o Stade de France.

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