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Frederico Varandas “foi obrigado” a ajudar o país, acusa antigo dirigente

O antigo dirigente do Sporting, Luís Gestas, criticou a decisão de Frederico Varandas, presidente do clube leonino, de regressar às funções de médico para combater o surto de Covid-19 em Portugal.

Numa nota na sua página pessoal do Facebook, Luís Gestas publicou uma imagem, referente ao artigo 33º da Lei Orgânica 1B/200, em que diz que todos os militares na reserva são obrigados a serem chamados ao ativo em Estado de Emergência.

Como tal, o ex-dirigente dos leões acusa Varandas, que já serviu o país enquanto militar, de “desonestidade intelectual vergonhosa” e que querer voltar à ribalta, revelando uma “falta de respeito” a todos aqueles que estão no terreno a lutar contra esta pandemia.

“Iludir as pessoas passando a imagem de que voluntariamente vai ajudar o país neste momento de calamidade pública, quando na realidade foi obrigado através da declaração do Estado de Emergência, é de uma desonestidade intelectual vergonhosa para o tempo que vivemos. Querer aproveitar o momento é no mínimo lamentável e de uma falta de respeito pelos valores humanos e pelos verdadeiros heróis que nunca viram a cara”, destacou Luís Gestas.

No final da publicação, Gestas deixa uma critica irónica ao comportamento do presidente do Sporting.

“Para criar um herói não basta vestir-lhe uma capa”, finalizou.

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