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“Este assistente, que é um homem sério, teve um momento parvo”, diz Duarte Gomes

O FamalicãoBenfica terminou empatado (resultado que coloca os encarnados na final da Taça) mas com um gesto de um árbitro assistente que tem feito correr muita tinta.

Quando o golo do Famalicão foi validado pelo VAR, o assistente de Jorge Sousa cerrou o punho da mão direita em jeito de festejo. O lance rapidamente se tornou destaque na imprensa e nas redes sociais.

Duarte Gomes, antigo árbitro e atualmente comentador de arbitragem, sai a público para fazer a defesa do árbitro assistente, defendendo que é preciso “matar o mal pela raiz”, até porque “quando a má-fé não tem limite, tudo serve para incendiar”.

O ex-árbitro internacional nota que este momento do assistente de Jorge Sousa “teve aproveitamento imediato pelos ‘Prémios Nobel da Malícia’, que proliferam por aí, nas redes sociais”, e vê nele uma atitude “péssima e muito, muito infeliz” do fiscal de linha.

No entanto, Duarte Gomes salienta que “daí a insinuar que o gesto foi uma celebração efusiva de um golo dessa equipa já é todo um outro nível de mentira e falta de escrúpulos”.

Garante o antigo internacional de arbitragem que “este assistente, que é um homem sério, teve um momento parvo. Ponto”.

E para o futuro crê Duarte Gomes, o assistente ficará com uma lição. “Como é inteligente, aprendeu hoje que o futebol é como a mulher de César: não basta ser”. 

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