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“A maior vacina contra o Covid-71 são eleições. Não há melhor vacina”, diz Bruno

Bruno de Carvalho socorreu-se da atual pandemia de Covid-19 para comparar com o que se tem vivido em Alvalade, nos últimos anos, falando do “Covid-71” que é uma “epidemia no Sporting”.

“Andei a ser enxovalhado durante dois anos e só agora é que se lembraram disso tudo? Só agora é que esta a passar o efeito?”, questionou o ex-presidente verde e branco, em declarações no seu canal de ‘Youtube’, ao mencionar dados que têm sido conhecidos nos últimos tempos.

O ex-líder verde e branco lembra, por exemplo, o pedido do Ministério Público para que seja ilibado das suspeitas de que teria sido o mandante do ataque à academia mas também a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) que obriga Rafael Leão a indemnizar o Sporting em 16,5 milhões de euros pela rescisão do contrato no pós-Alcochete.

Esta e outras situações levam Bruno de Carvalho a manifestar o desejo de lutar pelo regresso ao emblema verde e branco, até porque diz que vai lutar pelo Sporting “sempre”.

Mas Bruno de Carvalho encontra entraves entre figuras do clube e diz, nesse sentido, que “do Covid-71 só sobram os que sabem toda a verdade”.

“Mas não me querem lá”, realçou Bruno de Carvalho, certo de que “já muitos perceberam a injustiça que cometeram”, reiterando: “Outros não e fingem pois têm medo que eu volte para lá.”

O ex-presidente leonino nota receio entre alguns que temem o seu regresso.

“Têm tanto medo que eu ganhe eleições que continuam a ter uma campanha de areia mental e manipulação das pessoas. Não entendem o que é um Estado de direito e têm medo que os sportinguistas lhes passem a vacina”, referiu, certo de que “a maior vacina contra o Covid-71 são eleições e os sportinguistas decidem”.

“Não há melhor vacina. Nas últimas eleições, os sportinguistas estavam altamente infetados com o Covid”, sublinha, acreditando que os adeptos do Sporting se sentem “enganados porque destruiram o caminho e venderam a história de que Bruno de Carvalho era um terrorista, um mandante”.

No comentário com assinatura, mais adiante, ao falar da disponibilidade de Frederico Varandas em ajudar Portugal nesta fase do Covid-19, Bruno de Carvalho explicou que, ao contrário de muitos portugueses, não tem ido para a varanda bater palmas aos profissionais de saúde nesta altura de calamidade na saúde.

“Tenho recusado ir às 22 horas à varanda bater palmas”, disse, explicando que não colhe, em si, a ideia de unir “palmas e varandas”.

“Que eu saiba o problema do Covid-19 não é um problema de meter um osso no sítio. Esse senhor [Varandas] vai voluntariar-se para quê?”, deixou no ar a questão no programa que semanalmente tem na rede social ‘Youtube’.

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